FRAUDE

VOTO IMPRESSO =

O presidente Jair Bolsonaro tem repetido diversas vezes que as urnas eletrônicas são pouco confiáveis e relata que as nossas máquinas de votação causaram fraudes eleitorais nos últimos anos. Ele não tem provas.

De fato, na história da Nova República (de 1988 para cá), houve fraudes eleitorais, mas todas quando se ainda votava em papel.

Nas eleições de 1988 e 1994, no Rio de Janeiro, diversos casos de fraude foram registrados com compra de votos na mesa e ameaças a quem contava as cédulas de papel.

“Havia muitos esquemas circulando nas mesas de apuração, era uma coisa generalizada. Mas, na turma que ficava do meio para trás, muitos usavam o esquema de comprar votos da mesa apuradora”, explica Alcir Molina, procurador eleitoral daquela eleição no Rio de Janeiro.

Desde a adoção parcial e total da urna eletrônica, em 1996 e 2000 respectivamente, o sistema nunca passou por fraudes.

A urna eletrônica não é conectada à internet e é auditada antes, durante e depois do processo eleitoral e, em todos esses anos, se mostrou segura.

O ‘comprovante de voto’ já foi testado diversas vezes e sempre teve problemas técnicos. Além disso, a volta à impressão colocaria o Brasil em campos de judicialização eleitoral, o que causa instabilidade política e econômica.

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