O cacique e sua história
de luta

Raoni Metuktire

Há 4 décadas, o cacique Raoni arrisca a própria vida em nome dos direitos do povos indígenas e à preservação da Amazônia.

Seu ativismo começou aos 24 anos, quando tomou conhecimento dos “homens brancos” e da ameaça que esse “mundo exterior” trazia a sua realidade.

O início de sua cruzada o levou ao encontro do presidente Juscelino Kubitschek no final dos anos 1950 e ao rei Leopoldo III, da Bélgica, em 1964.

Seria outro belga, porém, que iria amplificar de vez a voz de Raoni pelo mundo.

Em 1978, Jean-Pierre Dutilleux escreveu e dirigiu, junto do cineasta brasileiro Luiz Carlos Saldanha, o documentário “Raoni”.

A vida e a campanha do cacique até ali narrada em filme levariam a obra a ser indicada ao Oscar de melhor documentário.

Pela primeira vez, a causa do líder indígena, das florestas brasileiras e povos amazônicos virava um amplo assunto internacional.

Por volta de 1989, Raoni liderou uma imensa campanha mundial em prol do meio ambiente ao lado do cantor inglês Sting.

Juntos, eles passaram por 17 países e divulgaram de forma global mensagens a favor da demarcação de terras e direitos dos povos nativos.

Desde então, o cacique visitou o mundo inteiro e encontrou-se com os mais importantes líderes mundiais, incluindo reis, presidentes e três papas.

Tamanha importância, no final de 2019, a Fundação Darcy Ribeiro propôs a indicação de Raoni ao Prêmio Nobel da Paz.

Resumir a trajetória de Raoni Metuktire é um desafio. Afinal, o ativista é dono de uma história rica, marcada pela causa de uma vida e de um povo.

Porém, que fique registrada a importância de nunca esquecermos a luta do maior líder indígena do Brasil.

INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE É NO HYPENESS

CLIQUE AQUI E LEIA MAIS!