NÃO-BINÁRIA

O TÚMULO MEDIEVAL de uma pessoa

Pesquisadores descobriram que um famoso túmulo da antiga Idade Média pertencia a uma pessoa não-binária.

Após sequenciar geneticamente o corpo da pessoa que estava enterrada em um túmulo na Finlândia, os pesquisadores perceberam algo curioso que poderia responder perguntas que já pairavam sobre aquele cadáver.

O indivíduo no túmulo reunia objetos característicos aos enterros de homens e mulheres; espadas comuns a guerreiros e roupas femininas e jóias tornavam o túmulo um enigma.

Os pesquisadores descobriram que o código genético do indivíduo possuía os cromossomos XXY, algo chamado de síndrome de Klinefelter. Resumidamente, é uma condição em que a pessoa reúne características masculinas, mas pode desenvolver seios.

“Se as características da síndrome de Klinefelter estivessem evidentes, é bem provável que esse indivíduo não fosse visto estritamente como um homem ou uma mulher nas comunidades dos primeiros séculos da Idade Média”, explica a pesquisadora Ulla Moilanen, uma arqueóloga da Universidade de Turku, na Finlândia.

“Essa pesquisa está muito bem fundamentada e mostra um interessantíssimo caso, que demonstra que as primeiras sociedades medievais tinham uma abordagem repleta de nuances para compreender identidades de gênero”, afirma Leszek Gardeła, arqueólogo do Museu Nacional da Dinamarca ao Live Science.

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