Novas estrelas e

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma pesquisadora ligada ao Instituto de Tecnologia da Califórnia descobriu 250 novas estrelas na Via Láctea com o auxílio de inteligência artificial

Estudante de pós-doutorado, Lina Necib utilizou um imenso banco de dados sobre a galáxia para alcançar os resultados

Com a ajuda de supercomputadores, a pesquisadora também combinou informações recolhidas pelo observatório espacial Gaia, ligado à Agência Espacial Europeia 

Batizado como Nix (Nyx, em inglês) em homenagem à deusa grega da noite, a corrente estelar descoberta por Necib se localiza nas proximidades do sol

Contudo, as 250 estrelas não teriam se originado na Via Láctea, mas sim em uma galáxia anã próxima, que teria se fundido (ou sido engolida) pela nossa, no passado

A ideia nasceu a partir do projeto FIRE, que, em 2014, começou a realizar um vasto mapeamento a partir de inteligência artificial para montar simulações detalhadas de galáxias

Ao mesmo tempo, a Agência Espacial Europeia lançava ao espaço o observatório Gaia, a fim de estabelecer um mapa 3D e preciso de mais de um bilhão de estrelas, dentro e fora da Via Láctea

A descoberta da Nix, portanto, combinou esses dois “mapas”, aplicando as capacidades de simulação do FIRE com as observações de Gaia

Agora, Lina Necib e sua equipe pretendem observar a corrente estelar a partir de telescópios em solo, a fim de levantar informações sobre a formação e a composição química das respectivas estrelas

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