ansiedade e autocuidado

Mulheres,

Em 2001, a OMS relatou a maior propensão de mulheres aos riscos de desenvolver transtornos mentais como ansiedade e depressão

Os dados divulgados naquele ano chamaram atenção para a saúde mental feminina, que se mostrou mais vulnerável devido a questões sociais

Um dos principais pontos levantados pelo Relatório Mundial da Saúde de 2001 foi a dificuldade de mulheres em aceitar o diagnóstico

Pois, por conta do lugar de cuidadora imposto pela sociedade, elas se veem em um impasse para se reconhecer como quem precisa de cuidados

Já em 2017, a OMS estimou que cerca de 5,8% da população brasileira seja afetada pela depressão e que 9,3% tenha algum tipo de transtorno de ansiedade

O número é três vezes superior à média mundial e mais preocupante entre mulheres que são parte de minorias invisibilizadas por questões de classe, cor de pele e orientação sexual, por exemplo

Além da constante luta por políticas públicas estruturais voltadas para o tema, o autocuidado feminino também pode contribuir para a prevenção de transtornos de saúde mental

Exercitar a atenção para si mesma e para as próprias demandas pode ajudar a reforçar vínculos e beneficiar tanto o universo individual, como também outras mulheres

É no amparo afetivo consigo mesmas e com outras mulheres que, muitas vezes, é possível encontrar forças para continuar na luta contra violências cotidianas

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