É possível, diz estudo

MORRER DE AMOR

De acordo com cientistas de seis universidades norte-americanas, “morrer de amor” é possível, principalmente após a perda de uma pessoa amada

Segundo o estudo conjunto, nos seis meses seguintes ao óbito de um cônjuge, a outra pessoa tem um aumento de cerca de 41% no risco de morte

O principal fator que pode levar alguém a “morrer de amor” é, pasme, o coração

Na maioria dos casos analisados, as mortes após o luto se deviam a problemas cardiovasculares

Conforme as pesquisas, perder uma pessoa amada aumenta o risco de morte por doença cardíaca em 50%

Mas, mesmo que pareça assustador, o resultado do estudo ainda não é conclusivo

Foram analisadas apenas 64 pessoas, das quais metade havia entrado em estado de luto nos últimos três meses; e a outra metade, não

Quem perdeu parceiros apresentava um nível maior de citocinas pró-inflamatórias (normalmente, resultantes de inflamações no sistema vascular); e seus corações tinham sinais de disritmia cardíaca

De acordo com os cientistas, esses são dois dos fatores que costumam estar associados a pessoas com risco de infarto

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