CANDOMBLÉ

Ela perdeu a guarda da filha por iniciá-la no

Uma mulher moradora de Campinas (SP) perdeu a guarda de sua filha após iniciá-la no candomblé.

A mãe de 33 anos cuidava de sua filha desde seu nascimento, há 11 anos. Ela era do candomblé e sua filha também seguia a religião.

Ela levou a filha para fazer um ritual no candomblé que envolvia a escarificação, ou seja, algumas cicatrizes foram feitas propositalmente em sua pele.

O pai da criança denunciou a mãe ao Ministério Público. A mãe perdeu a guarda de sua filha e agora foi denunciada por lesão corporal.

O MP enxerga que um ritual religioso feito de forma consensual em uma criança é ‘lesão corporal com violência doméstica agravada’.

A defesa afirma que práticas como circuncisão e batismo são comuns em outras religiões e afirma que a ação se baseia em preconceito religioso.

O Ministério Público reforça, através da denúncia, o preconceito institucionalizado contra religiões de matriz africana.

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