Drogas psicodélicas contra a

DEPRESSÃO

Você provavelmente já ouviu falar da história de que drogas psicodélicas como o cogumelo, o LSD e o MDMA podem ser utilizados contra a depressão

Mas você sabia que muitas das pesquisas nesse campo são comandadas por cientistas brasileiros?

Apesar do preconceito de parte da Academia, estudos no Brasil têm mostrado resultados promissores com essas substâncias no combate a doenças psiquiátricas no país

Um dos exemplos é o do neurocientista Eduardo Schenberg, que estuda, em parceria com outros pesquisadores do mundo, a eficácia do ecstasy contra o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

Os estudos realizados apontam que o MDMA facilita a psicoterapia

A “droga da empatia”, como é chamada por alguns, não desperta alucinações visuais, mas aumenta a produção de serotonina, dopamina e noradrenalina, nos deixando mais felizes e concentrados

Segundo Eduardo Schenberg, dois a cada três pacientes com TEPT que fazem terapia com a droga saem curados, mas a comunidade científica ainda recusa o tratamento

“Dentro das próprias universidades predomina a visão de que as drogas proibidas não têm nenhum aspecto terapêutico, e, portanto, não há estímulo para pesquisá-las”, diz o cientista à revista “TRIP”

E completa: “Elas podem ter um papel fundamental no reencantamento do ser humano com a vida, com a natureza”

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