Como a vida altera o

ESQUELETO HUMANO

Estudos recentes indicam que a forma como cada um vive pode sim interferir na formação dos ossos do esqueleto humano

Apesar de muita gente pensar que esses elementos sólidos que constituem os esqueletos não sofrem alterações ao longo da vida, a literatura acadêmica já mostra que esse tipo de reflexão está errada

Em 1924, um esqueleto de um homem foi encontrado na ilha de Tinian, quase três mil quilômetros ao leste das Filipinas

Uma análise dos ossos encontrados revelou que aqueles restos mortais eram de alguém dotado de um corpanzil

Aos poucos, outras ossadas foram sendo encontradas em Tinian e ilhas vizinhas, sempre próximas a construções de pedras muito grandes, e se percebeu um padrão de corpos altos e fortes

Análises científicas mostraram que o biotipo assemelhava-se ao de pessoas que viviam no arquipélago de Tonga, ativas em trabalhos braçais

As descobertas, portanto, não eram coincidência: aqueles ossos haviam se desenvolvido de acordo com as exigências físicas das atividades executadas por aqueles corpos

Daqui a muitos anos, quando decidirem estudar os corpos de nossos contemporâneos, é provável que cientistas também identifiquem outras mudanças

Uma delas é uma protuberância occipital externa, localizada no crânio, na região acima do pescoço, que tem aumentado nas últimas décadas

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