Ataque cardíaco
pode ter matado

MÚMIA
QUE GRITA

Um experimento divulgado em 2020 descobriu que a possível causa da morte da “múmia que grita” teria sido um ataque cardíaco

O exame foi realizado pelo egiptólogo Zahi Hawass e por Sahar Saleem, professor de radiologia da Universidade do Cairo e especialista em múmias, e apontou sinais da fatalidade

Enrijecimento das artérias e indícios de gordura nos vasos sanguíneos foram alguns dos aspectos que levaram os cientistas ao diagnóstico de ataque cardíaco

A boca aberta indica, segundo os estudos, que a múmia tenha morrido sozinha e somente enterrada bastante tempo depois, quando o corpo já estava enrijecido

Já outras pesquisas sugerem que tal enrijecimento não duraria tanto, e que o motivo da boca aberta seria simplesmente um afrouxamento nos invólucros ao redor da mandíbula

Encontrada em 1881 no complexo de tumbas de Deir el-Bahari, na cidade de Luxor, no Egito, a identidade, a morte e a expressão no rosto da múmia permaneceram desconhecidos por mais de um século

O nome “Meritamun” estava escrito na “embalagem” da “múmia que grita”, e essa era uma expressão utilizada para se referir a diversas princesas do antigo império

Muito se especulou, antes do exame, sobre quem seria e qual teria sido o destino da múmia. Ao seu lado, também foi encontrado o corpo do príncipe Pentawere, filho do faraó Ramsés III

De acordo com o que se sabe, Pentawere foi forçado a se suicidar por enforcamento como punição por ter participado do complô que assassinou seu próprio pai

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