A maior temperatura

NO ÁRTICO

Em setembro de 2020, foi constatada a maior temperatura no Ártico em três milhões de anos

O efeito soma-se ainda à redução da cobertura congelada da região, que foi a segunda mais intensa dos últimos 42 anos

Reprodução / National Geographic

Atualmente, o gelo cobre somente 50% da área, e a atmosfera registra o CO2 em 412 partes por milhão

Reprodução / National Geographic

Esse valor é equivalente aos índices da época do Plioceno, a última do antigo período Terciário da era Cenozoica, ou seja, de dois a cinco milhões de anos atrás

Naquele período, a camada de gelo da Groenlândia, por exemplo, simplesmente não existia por conta da alta temperatura do Ártico

Reprodução / National Geographic

Se o aquecimento do planeta continuar neste ritmo, a estimativa dos cientistas é que, em pouco mais de duas décadas, o Ártico passe a atravessar os verões sem nenhuma camada de gelo

O impacto das mudanças climáticas no Ártico podem atingir cidades costeiras, produções agrícolas, fornecimento de água e diversos outros lugares e atividades essenciais para a humanidade

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PRODUÇÃO DE WEB STORIES

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Bárbara Martins
Matheus Honorato

Getty Images e Reprodução YouTube (National Geographic)

Vitor Paiva

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