A história da

COR VERDE

Associada ao meio ambiente e à natureza, a história da cor verde remete a inúmeros significados

Pigmento difícil de ser fabricado por nossos ancestrais porque era altamente venenoso, o verde era símbolo de regeneração e de renascimento no Egito Antigo

Na época, os egípcios tentaram usar a malaquita mineral de cobre para pintar as paredes das tumbas, mas o procedimento era caro e oxidava com facilidade com o tempo

Então, os romanos antigos inventaram uma solução, que consistia em absorver as placas de cobre no vinho para criar o verdete, um pigmento verde que surge depois do desgaste do metal

Os antigos romanos usavam esse pigmento em mosaicos, afrescos e vitrais e, mais para frente, os monges medievais o usavam para colorir manuscritos

Conforme o uso do pigmento verde foi aumentando, mais tons começaram a ser desenvolvidos a partir de materiais naturais, como plantas, na Idade Média

Já em 1775, o químico sueco Carl Wilhelm Scheele inventou um matiz verde brilhante e mortal feito de arsenita, um dos produtos químicos mais tóxicos que existem

Depois, no final do século 19, um pigmento semelhante chamado Paris Green substituiu o verde de Scheele. No entanto, ele ainda era altamente tóxico

Hoje, apesar dos avanços na tecnologia, muitos pigmentos verdes continuam difíceis de extrair e ainda apresentam substâncias tóxicas em suas composições

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