A descoberta de ruínas maias

MILENARES

Em 2016, trabalhadores estavam escavando o solo da Península de Yucatán para realizar a construção de um novo parque industrial na região de Mérida, no México.

Reprodução/Giphy/@konczakowski

As obras foram interrompidas quando, por acidente, eles encontraram resquícios de objetos que pareciam ser históricos.

Reprodução/Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH)

Seis anos depois, após muitas escavações (agora arqueológicas), descobriu-se uma cidade maia quase inteira no local.

Reprodução/Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH)

Com capacidade para 4 mil pessoas, o local foi habitado há pelo menos 1400 anos.

Reprodução/Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH)

Templos religiosos, equipamentos de pesca e tecnologia de agricultura foram descobertos pelos pesquisadores.

Reprodução/Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH)

“A descoberta dessa cidade Maia é importante por sua arquitetura monumental”, afirmou Arturo Chab Cardenas, do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH).

Reprodução/INAH

O local foi batizado de Xiol, que significa “espírito humano” na antiga língua Maia.

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