A casa de diversões de

SALVADOR DALÍ

Salvador Dalí foi convidado a participar da Exposição Mundial de 1939 e não mediu esforços para chocar o público.

Eric Schaal/Messy Nessy

Na feira, que reunia pessoas de todos os países do mundo, Dalí criou um pavilhão de diversões.

Reprodução/cfmacek

O pavilhão de Dalí, batizado de “Dream of Venus”, ou Sonho da Vênus, trouxe a fina flor do repertório surrealista.

Reprodução/cfmacek

Esculturas tridimensionais e painéis fizeram o surrealismo de Dalí dominar o Queens, em Nova York.

Eric Schaal/Messy Nessy

O próprio prédio já era inteiramente adornado com braços, galhos e corpos “nascendo” das paredes e janelas.

Eric Schaal/Messy Nessy

Além disso, a obra contava com intervenções de artistas e era extremamente complexa.

Eric Schaal/Messy Nessy

Existem poucos registros do marcante evento que fez daquele verão no Queens uma pintura de Dalí.

Eric Schaal/Messy Nessy

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